Capítulo 4
Arthur´s Pov On*
Mas que merda, será que eu não posso parar de pensar nela nem por um instante?, eu reclamava comigo mesmo enquanto imagens de passavam pela minha cabeça. Eu não achava que depois de cinco anos ela ainda mexesse comigo do mesmo jeito ou talvez até de forma mais intensa, eu ainda amava muito a Luinha e eu estava muito confuso com isso.
- Ei amor, onde você está com a cabeça? - Susie sorriu para mim.
- Só estou pensando em algumas coisas. - Eu falei suspirando.
- Você está pensando na , não é? – Abri a minha boca pra argumentar, mas ela impediu que eu falasse - Não precisa mentir Arthur, eu sei que você está pensando nela, você sempre está, e mesmo quando ela não está aqui, de certa forma ela ainda está entre a gente. - Ela me olhou triste.
- É sim Susie, me desculpa por isso, mas eu não posso mentir para mim mesmo e nem para você, eu ainda amo a , e muito, eu não posso ficar me enganando mais, eu queria muito te amar, mas não dá, eu sinto muito.
- Tudo bem Arthur, eu já sabia disso, e eu realmente espero que você seja feliz. - Ela sorriu para mim de forma compreensiva.
- Você é muito especial Susie, espero que encontre um cara que te ame de verdade.
Ela parou a caminho da porta e me olhou fixamente.
- Quando você precisar de alguém pra conversar Arthur, é só você me ligar. - Ela deu um beijo de leve nos meus lábios e saiu, me deixando sozinho com os meus pensamentos tumultuados.
Flashback ON
O Hyde Park estava lotado de gente naquele domingo à tarde e eu achei que seria bem difícil encontrar a ali, meu celular tocou e eu olhei pra o identificador de chamadas, sorrindo ao ver o nome dela.
- Oi linda, onde é que você está? Eu já cheguei aqui, mas não te encontrei ainda.
- Com que roupa você está, Arthur? - Ela me perguntou sorrindo.
- Deixa de brincadeira e me fala logo onde você está Luinha.
- Estou bem aqui. - Ela me abraçou por trás, me envolvendo com seus braços tão delicados quando todo o resto de seu corpo perfeito.
- Nossa, que surpresa agradável moça, mas a minha namorada vai chegar a qualquer momento e eu acho que ela não vai gostar de ver outra garota me abraçando.
- Ela tem muita sorte de ter um namorado tão sexy como você.
Eu me virei e a beijei com doçura, quando nos separamos eu vi como ela estava linda com aquele vestido e os cabelos soltos, eu senti o meu amor por ela aumentar.
- Como você está, minha linda?
- Bem, apesar de estar cansada porque não dormi direito à noite.
- Micael e Sop? - Olhei para ela de forma compreensiva.
- Como é que você sabe? - Ela me olhou surpresa.
- Você esqueceu que eu estou morando com o mala do Micael?
- É mesmo, senhor rock star. - Eu sorri. - Esqueci que agora a McFly tem um Q.G. - Ela deu uma gargalhada.
- Aqueles dois quando brigam ficam mais insuportáveis do que quando estão juntos com aquela melação deles.
- Ai amor, deixa eles, daqui a pouco estão se agarrando de novo por aí.
- Por falar em agarrar... - E eu saí correndo atrás dela, que corria na minha frente segurando o vestido enquanto fugia de mim, no meio da fuga o vento levantou o vestido dela, mostrando sua calcinha branca de coração e eu não me controlei e comecei a rir.
- Para de rir de mim. - Ela deu um soco em meu ombro e me encarou toda envergonhada, o que fez a minha vontade de rir aumentar.
- Desculpa amor, mas é que sua calcinha é tão fofa. - E eu recomecei a rir, fazendo com que ela risse junto comigo.
- Você é um idiota, sabia? - Ela me beijou, fazendo com que eu esquecesse o resto do mundo.
- Você sabe que eu morreria por você se fosse preciso, não sabe? – Ela afirmou com a cabeça e eu sorri pra ela.
Flashback OFF
Aquela tarde me pareceu tão distante agora e eu fiquei horas ali no sofá, tentando entender o que tinha acontecido entre a gente para acabar assim, por que a procurou outro homem? Eu achei que ela fosse feliz comigo. Meus olhos começaram a ficar pesados, e antes do sono me deixar inconsciente eu ainda tive tempo de me perguntar em que ela estaria pensando àquela hora.
Arthur´s Pov Off*
- Arthur, por que você não está aqui agora?
Aquelas mãos chegavam cada vez mais perto do meu corpo e eu só queria estar bem longe de mim mesma, comecei a gritar.
Acordei assustada com o mesmo pesadelo de sempre e me levantei para tentar esfriar minha cabeça, comecei a andar por dentro de casa e acabei no porão, mexendo nas coisas da minha mãe, tinha livros, roupas velhas, discos e algumas fotografias que chamaram a minha atenção. Momentos da minha infância, e é claro que Sop estava em várias delas e em algumas mais recentes tinha os meninos. Fotos minha beijando oArthur, Rodrigo e Chay vestidos de mulher, Micael vomitando de tão bêbado na minha festa de aniversário, e muitas outras coisas bizarras, me fazendo rir, até que uma das fotos fez com que eu começasse a tremer dos pés a cabeça, nela estávamos Micael, abraçado com Sop, Chay, Rodrigo, Arthur eu e o Peter.
Fechei os olhos com força para controlar a náusea que senti ao olhar para o rosto dele, tão calmo e atencioso.
Naquele tempo eu não sabia do que ele seria capaz de fazer comigo, mas ele acabou com a minha vida.
Flashback ON
Eu estava com os meninos rindo de Chay e Rodrigo, que estavam tentando dançar balé sem muito sucesso, estavam muito bêbados.
- Hey amor, eu quero te apresentar uma pessoa. - Arthur falou, me puxando para perto dele. – Este é o Peter, o nosso empresário, Peter essa é a , minha namorada.
- Muito prazer, Peter.
- O prazer é todo meu, o Arthur fala muito bem de você. - Ele sorriu para mim e apertou minha mão eu não sei por que, mas eu me senti muito desconfortável com o toque dele. Soltei a sua mão e enquanto Arthur continuou conversado com ele eu fui para perto deSop.
- Oi amiga, o que aconteceu? Você está estranha.
- Não foi nada não, Sop.
- Tem certeza disso? - Ela começou a analisar a minha expressão.
- Tenho sim, mas me responde uma coisa, cadê o seu namorado gatinho? - Eu perguntei rindo da cara emburrada de Sop.
- Está no banheiro vomitando.
- Vamos tirar uma foto! - Nós sorrimos marotas e corremos para o banheiro, tirando uma foto de Micael vomitando.
- Muito bonito, não é Sr. Borges. É isso o que dá beber tanto.
- Sop minha vida, não faça isso comigo, você sabe que eu te amo, não sabe? - Ele olhou para nós com aquela cara idiota que só gente bêbada consegue fazer e nós começamos a rir.
- Vamos lá para fora vai, mas nem pense que o senhor vai beber mais, viu?
- Sim, senhora. - Micael falou batendo continência e rindo feito um bobo.
- Amor, você tirou foto de tudo nessa festa, até desses toscos ai e eu como é que fico? – Arthur falou fazendo biquinho. – Vamos tirar uma foto juntos?
- Claro amor. Rodrigo tira um foto minha com o Arthur, por favor?
- Ah não, eu também quero aparecer na foto. - Rodrigo falou fazendo biquinho.
- Eu também quero. - Gritaram Sop, Micael e Chay ao mesmo tempo.
- Tá bom, vamos tirar todos juntos. - Eu programei a câmera e coloquei em cima de estante.
- Vem você também Peter. - Arthur chamou e Peter veio para o meu lado, o que estranhamente fez com que eu ficasse meio alerta, na defensiva.
- Bom, eu agora tenho que ir gente, muito obrigado por tudo e a festa estava maravilhosa. - Peter pegou em minha mão me olhando profundamente. – Feliz aniversário .
- Muito obrigada. - Eu falei puxando a minha mão rapidamente.
- Tchau Pitt. - Arthur falou e me beijou enquanto Peter ficou olhando por alguns segundos antes de sair pela porta.
Flashback OFF
Se eu tivesse prestado mais atenção a minha volta, teria percebido as reais intenções dele, mas eu não conseguia reparar em mais ninguém quando Arthur estava por perto.
Capítulo 5
Acordei com a campainha tocando no que me pareceram minutos desde a hora em que eu tinha me deitado, acordei suada e ofegante, mas aquilo para mim já era normal, pois essa era a minha rotina, há cinco anos eu tinha o mesmo pesadelo.
- Bom dia Luinha, como você passou a noite? - Mal abri a porta Sop e Micael foram entrando em casa com um monte de sacolas.
- Eu acho que não preciso responder a essa pergunta. - Apontei para as minhas olheiras e os meus olhos que ainda estavam muito vermelhos e inchados.
- Você comeu alguma coisa ? - Sop me encarava séria.
- Comi sim, Sop. - Falei com uma convicção que não convenceu nem a mim mesma.
- Ah é, e quando foi que você comeu pela última vez? - Micael me perguntou, me analisando como se quisesse enxergar através de mim.
- Talvez antes de ontem à noite, eu nem me lembro bem... - Falei dando de ombros.
- Que absurdo , você não pode simplesmente ficar sem se alimentar, o que é que você tem na cabeça? Ainda bem que você tem ótimos amigos que não vão te deixar passar fome. Anda, vem comigo. - Ela saiu me empurrando em direção à cozinha.
- Sop, para com isso, eu não quero comer. - Falei emburrada.
- Assim você me magoa Luinha. - Micael fez biquinho para mim. – Pensei que você ia querer experimentar as minhas famosas panquecas.
- Viu Luinha, você magoou o meu bebê. - Sop foi dar um selinho no namorado.
- Tá gente, tudo bem vai, podem preparar o meu café da manhã, mas com uma condição.
- E qual seria essa condição, hein? - Perguntaram os dois ao mesmo tempo.
- Que tenha muita calda de chocolate por cima.
- Bem que o Arthur me falou que essa daí era louca por calda de chocolate. -Micael falou piscando o olho para Sop.
Isso me lembrou de uma outra manhã nesta mesma cozinha, onde panquecas também foram preparadas especialmente para mim.
Flashback ON
- O que diabos você quer a essa hora da manhã na minha casa Arthur Aguiar? Você sabia que ainda é muito cedo e que se você não tiver um bom motivo para me fazer levantar da cama a essa hora você pode se considerar um homem morto?
Eu estava zangada com ele porque ele tinha faltado ao jantar que preparei com tanto carinho para comemorar o nosso primeiro ano de namoro, ele me ligou falando que não poderia ir porque estava em reunião com alguns empresários de uma gravadora da qual não me recordo o nome.
Eu sabia que aquela era a grande chance deles, mas não poderia dar o braço a torcer assim tão fácil, já que não se pode comemorar um ano de namoro sempre que a gente quer e essa noite teria um significado especial para mim, já que eu tinha decidido perder a minha virgindade com ele.
- Eu vim aqui te implorar de joelhos o seu perdão linda donzela, e pedir humildemente que me deixe alimentá-la, já que ontem a noite eu perdi a chance de provar dos seus maravilhosos dotes culinários. - Ele falou de forma teatral, ajoelhado no chão e me olhando com uma carinha de cachorro abandonado.
- Eu não deveria te perdoar, mas eu estou disposta a te dar uma chance dependendo do que você pretende cozinhar. - Falei sorrindo para ele.
- É surpresa.
Ele sorriu misterioso, me deixando na sala e correndo para a cozinha, uns 5 minutos depois ouvi um barulho de panelas caindo na cozinha e quando cheguei lá o que eu vi me fez rir até não poder mais.
O chão da cozinha estava cheio de açúcar e farinha, panelas estavam caídas pelo chão e no meio de toda essa confusão Arthur estava com um pouco de farinha nas bochechas e um pouco de uma massa de consistência duvidosa grudada nos cabelos, ele sorriu amarelo para mim, o que me fez rir mais alto ainda.
- Um furação passou por aqui? - Eu perguntei pegando a vassoura e começando a varrer o chão enquanto ainda tentava controlar o riso.
- Desculpa pela bagunça Luinha, eu só queria fazer algo especial para você, mas não se preocupe que quando eu terminar eu limpo a bagunça, tá bom?
- O que você está fazendo afinal? - Perguntei curiosa.
- Panquecas, a minha especialidade, senta aí e fica quietinha enquanto eu termino de preparar o seu café da manhã. E se você for boazinha eu te ensino a girar panquecas com o chefe Arthur aqui.
- Vai lá chefe Arthur que meu estomago já está roncando. - Falei rolando os olhos.
Meia hora depois estávamos sentados a mesa com um enorme prato de panquecas a nossa frente, a cozinha estava quatro vezes mais bagunçada e eu estava extremamente feliz enquanto Arthur me olhava docemente.
- Ih, a campainha tocou, deixa que eu vou lá atender.
- Nada disso fica aí que eu vou. não quero ver você se esforçando tanto.
- Nossa quanto esforço. - Falei irônica.
Ouvi um barulho de passos e logo ouvi aquela voz tão conhecida.
- Hey, que cheiro bom é esse?
- Luinha, esconde a comida que o Micael chegou. - Arthur falou assustado, fazendo com que eu e Sop começássemos a rir.
- Bom dia Luinha, o que tem de bom aí pra gente comer?
- Panquecas, você quer um pouco? Pode pegar, tem em todo lugar até pelo teto - E apontei para os três círculos de massa pregados no teto e todos começaram a rir.
- Posso pegar um pouco de leite? - Perguntou Micael já com a garrafa na boca.
- Pega um copo cara, isso é nojento. - Arthur deu uma tapa na cabeça de Micael.
- Ouch, por que você sempre me bate? - Micael fez voz de choro.
- Por que você é sem noção. - Arthur deu um abraço em Micael, que fez cara de bobo.
- Arthur, seu celular está tocando.
- Atende ai amor que eu estou ocupado. - Ele falou enquanto trocava soquinhos com oMicael.
Rolei os olhos para as “Crianças” quando olhei no identificador de chamadas do celular vi o nome “Peter” e fiz uma careta.
- É o explorador de namorados alheios, não é? - Sop me perguntou.
- É ele mesmo. - Falei atendendo o celular. - Alô?
- , o Arthur está por ai?
- Está sim Peter, mas ele está um pouco ocupado.
- Fala para ele que assim que puder me ligue, tenho ótimas notícias sobre a reunião de ontem, ok?
- Espero que sejam ótimas mesmo, porque a reunião de ontem fez com que o Arthur perdesse o nosso jantar. - Falei antes que pudesse me controlar, saindo da sala para que Arthur não ouvisse.
- Ah, isso... Pois é , acho que você vai ter que se acostumar com o fato de que oArthur é um músico e se ele quiser crescer na vida certas coisas tem que ser dispensáveis para ele a partir de agora.
- O que você quis dizer com isso? - Perguntei morrendo de raiva.
- Quero dizer que já que você diz amar tanto o Arthur, talvez tenha que começar a entender que talvez você esteja atrapalhando a carreira dele com essa sua mania de exigir atenção dele o tempo todo, agora eu vou desligar, por favor, dê o recado aoArthur e pense bem no que eu lhe falei.
Ouvi o som do telefone sendo desligado e fiquei sem ação por alguns instantes e mesmo contra a minha vontade me peguei relembrando a quantidade de vezes em que eu discuti com Arthur por algum show que ele tivesse que fazer, ou por algum ensaio ao qual ele não poderia faltar, sabia que era egoísmo meu, mas isso não significava que eu não compartilhasse da paixão dele pela música ou que eu não quisesse o ver realizando o seu sonho. E quem o Peter achava que era pra se meter na minha vida desse jeito? Ainda mais quando ele estava errado? Ele estava errado, não estava? Senti-me mal com aquela dúvida e naquele momento decidi que me esforçaria cada vez mais para ajudarArthur em sua carreira que eu acreditava que tinha tudo para dar certo.
- Amor, o Peter ligou e falou que tem ótimas notícias para vocês sobre a reunião de ontem.
Ele e Micael entraram na cozinha correndo, pegando eu e a Sop nos braços girando e sorrindo feito bobos fazendo com que todos nós esquecêssemos as panquecas.
Flashback OFF
- , você escutou o que eu falei? - Sop me olhava como se eu fosse um ET.
- Desculpa Sop eu estava distraída, você pode repetir, por favor?
- Só vou repetir porque eu te amo. - Ela fez uma careta engraçada. – Bom, o Rodrigo arrumou uma nova namorada e chamou a gente para jantar sábado a noite na casa dele pra gente ficar conhecendo a “Escolhida”.
- Antes que eu aceite ir para esse jantar, eu posso saber quem mais o Rodrigo convidou?
- Além de mim, de você e do Micael, eu acho que ele só chamou o Chay e o Arthur. - Ela falou com uma voz de suplica.
- Não sei se é uma boa ideia sair de casa agora Sop, eu acho que ainda não estou preparada para isso.
- Luinha, eu acho que a Sop não está perguntando se você quer ir, ela está te comunicando que você vai. - Micael sorriu para mim compreensivo.
- Isso mesmo , você vai a esse jantar, chega de ficar trancada em casa amiga, já se passou uma semana e você tem que começar a seguir em frente.
Uma semana já havia se passado desde o dia em que minha mãe tinha sido enterrada,Sop e Micael me visitavam todos os dias, Rodrigo e Chay vieram duas vezes tentar me arrastar para algum lugar com eles e como eu não quis sair ficamos em casa conversando e relembrando os velhos tempos, e Arthur não veio mais me visitar, apesar de me ligar todos os dias, às vezes até mais de uma vez, para saber como eu estava, mas sempre falava comigo em um tom de voz neutro, sem demonstrar emoções.
Uma semana tinha se passado, mas as coisas para mim continuavam do mesmo jeito, e a ausência de Arthur aumentava minha tristeza.
- Nós estamos indo nessa , mas nem pense que vai fugir sábado à noite, passo aqui para te buscar e eu não quero ouvir desculpas.
- Mas Sop... - Comecei a falar suplicante.
- Cala a boca , você vai e pronto.
- Micael, você não me ajudar, não?
- Desculpa Luinha, mas se eu não concordar ela vai ficar um tempão sem falar comigo, sem contar com o Arthur, que com certeza me mataria. - Ele piscou pra mim.
- Vocês são uma droga como amigos. - Resmunguei.
- Nós também te amamos. - Eles saíram rindo abraçados.
COMENTEM POR FAVOR PARA QUE EU POSSA SABER SE ESTÃO GOSTANDO OU NÃO DA FIC!!!




















Amooooooooor eu estou amando e sou nova no seu Blog Ameii Ele Parabéns *-*
ResponderExcluirQue bom que gostou Larissa, espero que vc volte mais vezes aqui e não perca os próximos capitulos da Fic que vai dar o que falar
ExcluirBom Não estou Perdendo Mesmo essa Fic é Ótima maravilhosa *-*
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